e foi assim comemorado meio século da tua existência... 50 anos de uma vida, ainda incompleta... repleta de coisas boas para repartires... e continuas com bom fôlego :)Beijo jm, (ly)
Acorda Mulher, de Manuel Cruz açucar tu para mim não és mais de açucar e eu queria tanto estar contigo podia até ser por baixo de ti a minha vida vai ficando mais curta e o meu desejo está sempre a mudar é isso que eu sou se durmo só com uma ás vezes sonho com mais de mil
ajudar eu posso te ajudar eis o meu plano tu fazes de conta e eu torço para que me enganes bem
eu já notei nenhum de nós é aquilo que diz e o que temos em comum é que eu pretendo tanto quanto tu ser ainda mais feliz
mãos no chão boca aqui pés na mão e eu em ti e tu em ti filma assim filma tu eu nu
ENTÃO: NEM CHOROS, NEM MEDOS, NEM UIVOS, NEM GRITOS, NEM PEDRAS, NEM FACAS, NEM FOMES, NEM SECAS, NEM FARSAS, NEM FORCAS, NEM FARPAS, NEM FERAS, NEM FERROS, NEM CARDOS, NEM DARDOS, NEM TREVAS, NEM GRITOS, NEM PEDRAS, NEM FACAS, NEM FOMES, NEM SECAS, NEM FARSAS, NEM FORCAS, NEM FARPAS, NEM FERAS, NEM FERROS, NEM CARDOS, NEM DARDOS, NEM MAL (J.Carlos Ary dos Santos)
Não Me Sinto Mudar Não me sinto mudar.
Ontem eu era o mesmo.
O tempo passa lento sobre os meus entusiasmos
cada dia mais raros são os meus cepticismos,
nunca fui vítima sequer de um pequeno orgasmo mental
que derrubasse a canção dos meus dias
que rompesse as minhas dúvidas
que apagasse o meu nome.
Não mudei.
É um pouco mais de melancolia,
um pouco de tédio que me deram os homens.
Não mudei. Não mudo. O meu pai está muito velho.
As roseiras florescem, as mulheres partem
cada dia há mais meninas para cada conselho
para cada cansaço para cada bondade.
Por isso continuo o mesmo.
Nas sepulturas antigas os vermes raivosos desfazem a dor,
todos os homens pedem de mais
para amanhã eu não peço nada nem um pouco de mundo.
Mas num dia amargo, num dia distante sentirei a raiva
de não estender as mãos
de não erguer as asas da renovação.
Será talvez um pouco mais de melancolia
mas na certeza da crise tardia
farei uma primavera para o meu coração.
terminou, no segundo encore com Somewhere over the rainbow em tom de Bossa Nova acompanhada somente pelo violoncelista, que transformou o violoncelo em guitarra. mantém serenidade em palco, interage com o publico de uma forma muito própria. toca piano, guitarra e canta divinamente quer em inglês quer em francês (Les Etoiles). Melody Gardot, trouxe à Casa da Musica, um espectáculo único acompanhada de músicos fora de série: o Saxofonista; o Contrabaixo que mostrou a transformação de um contrabaixo em instrumentos africanos e, se não souber distinguir um som africano de um árabe perdoem-me; baterista e percussionista. todos em conjunto formam um jazz actual e com variações de ritmos. apresentou o seu segundo álbum. deviam ter visto...